A Netflix lança ainda nesta semana “Uma Casa na Pradaria”, adaptação atualizada dos livros semiautobiográficos de Laura Ingalls Wilder. A produção retoma a trajetória da família Ingalls rumo ao Oeste dos Estados Unidos, mas com propostas que vão além da série clássica dos anos 1970.
Nos novos episódios, Charles, Caroline e as filhas Mary e Laura enfrentam perdas, perigos constantes e descobertas enquanto buscam melhores condições de vida em uma América em formação. Segundo a showrunner Rebecca Sonnenshine, o objetivo é mostrar “os sonhos que ajudaram a construir os Estados Unidos”, ressaltando que muitos veem a obra como literatura infantil, mas que ela revela o processo de construção do país.
A série enfatiza tanto os desafios físicos da sobrevivência quanto a união familiar. A música tem espaço central: para o elenco, cantar era uma forma de manter a esperança em meio às dificuldades. “É algo que ninguém pode tirar deles”, afirma o ator Luke Bracey, intérprete de Charles Ingalls.
Para ampliar o retrato histórico, a equipe criativa partiu da frase de Wilder — “Tudo o que contei é verdade, mas não é toda a verdade”. A partir disso, surgem personagens que antes receberam pouca atenção, como o médico negro Dr. Tann, um veterano da Guerra Civil e uma família indígena Osage que vive próxima aos Ingalls. A intenção, explica a produtora executiva Joy Gorman Wettels, é revisitar o período com um olhar contemporâneo sem apagar os fatos do passado.
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Mesmo com a abordagem ampliada, a produção preserva os temas que tornaram a obra um clássico: a força dos laços familiares, a esperança diante das adversidades e cenários naturais que prometem encantar a audiência. Com esses elementos, “Uma Casa na Pradaria” pretende emocionar e conquistar tanto antigos fãs quanto uma nova geração de espectadores.
Com informações de Mix de Séries
